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Atendimento
infantojuvenil

No atendimento infantojuvenil, o foco central continua sendo a fala e a singularidade, mas aqui o "falar" ganha novas formas. Para uma criança, o brincar, o desenho e a fantasia são o seu texto mais genuíno; para o adolescente, o jogo, a música ou até o silêncio são as ferramentas que ele utiliza para se situar no mundo. A psicoterapia para este público não busca apenas "corrigir comportamentos" ou adaptar o jovem a expectativas externas, mas oferecer um recurso vital para que ele possa dar contorno às angústias, medos e impasses que surgem durante as fases de crescimento.

Meu trabalho parte da orientação psicanalítica, entendendo que o sintoma, seja uma dificuldade escolar, uma agitação excessiva ou um isolamento repentino, não é algo a ser silenciado com respostas prontas, mas um sinal que precisa ser escutado. Vivemos em um tempo que exige performance e rapidez; a análise, por sua vez, oferece à criança e ao adolescente o tempo necessário para que eles possam elaborar o que vivem. Em um ambiente de absoluto sigilo e ética, o jovem é convidado a transformar o "brincar por brincar" em uma produção de saber sobre si mesmo, tornando o processo de crescer menos custoso e muito mais autêntico.

O atendimento aos pais e responsáveis é parte indissociável dessa jornada. A análise infantojuvenil pressupõe uma parceria, onde acolhemos a história da família para que, juntos, possamos sustentar um espaço onde o sofrimento não precise mais gritar através de atitudes, mas possa ser elaborado através da expressão. Afinal, a potência dessa clínica está em devolver ao jovem a dignidade de sua própria voz e aos pais, uma nova forma de compreender e se relacionar com o filho.

O que o seu filho está tentando dizer? Vamos escutar juntos?

Consultório

Meus atendimentos são realizados no Centro de Psicologia Orí, localizada na Av. Tamandaré, 251 - sala 501 - Zona 01, Maringá - PR. 
Ficamos próximos ao terminal e ao Shopping Avenida Center. 

Dúvidas frequentes

01

Meu filho ainda não sabe explicar o que sente. Como a análise pode ajudá-lo?

Diferente dos adultos, a criança não precisa de um vocabulário complexo para estar em análise. Para ela, o brincar, o desenho e o faz-de-conta são a sua fala mais verdadeira. No consultório, as bonecas, os carros e as histórias inventadas não são apenas entretenimento; são as ferramentas que ela utiliza para dar nome aos seus medos, frustrações e descobertas. O meu papel é escutar o que essas brincadeiras estão tentando dizer, ajudando a criança a elaborar o que a angustia através da sua linguagem natural: a ludicidade.

02

O que acontece dentro do consultório será contado para os pais?

A ética e o sigilo são os pilares que sustentam a confiança do jovem no processo. Especialmente com os adolescentes, é fundamental que eles sintam que aquele espaço é verdadeiramente deles. No entanto, o trabalho com o público infantojuvenil pressupõe uma parceria com a família: teremos sessões periódicas com os responsáveis para alinhar o processo, trocar percepções e orientar o cuidado, sempre respeitando a privacidade do que foi produzido pelo paciente.

03

Quanto tempo dura o tratamento?

A análise não trabalha com prazos fixos ou "receitas de bolo", pois cada sujeito tem seu próprio tempo de elaboração. O objetivo não é apenas eliminar um sintoma rapidamente, mas entender o que ele está tentando dizer. O processo dura o tempo necessário para que a criança ou o adolescente recupere sua capacidade de lidar com a vida de forma mais autêntica e menos custosa.

04

A psicoterapia vai mudar a personalidade do meu filho?

Pelo contrário: o objetivo é permitir que a personalidade e a singularidade dele apareçam com mais liberdade. Muitas vezes, o comportamento que preocupa os pais é uma "trava" que impede a criança de ser quem ela é. O processo busca desatar esses nós para que o jovem possa se desenvolver de maneira mais leve, sem o peso de sintomas que o paralisam.

05

Qual é o papel dos pais nesse processo?

Os pais são figuras centrais. A análise de uma criança ou adolescente muitas vezes começa pela escuta da história que os pais têm para contar. O envolvimento da família é essencial para que as mudanças que acontecem no consultório ganhem sustentação no dia a dia. Por isso, as entrevistas com os responsáveis são momentos fundamentais de troca e acolhimento.

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